Cuido de atletas
acompanhamento clínico de quem treina, compete e vive em movimento.
Não é apenas sobre ser atleta. É sobre usar o corpo da melhor forma para a vida que você quer viver.
Dra. Ana Bernardes
CRM SP 239824 · CRM PR 60680 · Curitiba e São Paulo
Ela avalia como o seu corpo responde ao exercício em quatro frentes: saúde, performance, prevenção e recuperação. Um olhar clínico sobre o que você sente quando treina.
Vale procurar quando você:
Sente o rendimento caindo sem explicação, mesmo treinando bem.
Convive com lesões de estresse que sempre voltam.
Sente uma fadiga que não passa com descanso.
Percebe sinais que costumam ser normalizados e nunca investigados.
Sono, carga, nutrição e estresse já são conhecidos. A quinta variável só as mulheres têm, e ela muda tudo. Todo mês, toda fase.
É no sono profundo que o corpo repara o tecido, regula o hormônio e fixa o ganho do treino. Dormir pouco derruba o que você constrói acordada.
Treinar é aplicar estresse na medida. Na dose certa o corpo adapta e evolui. Acima da conta, ele quebra.
Sem energia disponível suficiente não existe performance nem saúde hormonal. Comer o bastante faz parte do treino.
Trabalho, rotina e vida somam uma carga que o corpo não separa do treino. Tudo entra na mesma conta fisiológica.
O ciclo, o climatério e a menopausa mudam a energia, a recuperação e a resposta ao treino em cada fase. Essa é a variável que só as mulheres têm, e ela muda tudo.
Três marcadores que conversam entre si e revelam a saúde por trás da performance.
a energia que sobra depois do treino para o corpo funcionar.
o ciclo como termômetro da saúde hormonal.
os ossos pagam o preço quando a energia falta.
A Tríade evoluiu para a Deficiência Energética Relativa no Esporte, o RED S. Ela afeta coração, imunidade, humor e performance, e é mais comum do que se diagnostica.
Normalizar esses sinais é o maior erro. Eles têm nome, têm fisiopatologia e têm tratamento.
Um percurso que ajusta o exercício às condições clínicas e à fisiologia de cada corpo.
treino, sono, alimentação e o que pesa no dia a dia.
exame clínico com olhar de quem também treina.
exames que mostram o que os sintomas escondem.
ligar os achados à demanda real da sua modalidade.
afinar a carga para render sem se machucar.
um caminho claro para o objetivo que você quer alcançar.
Uma das fronteiras mais promissoras da ciência. E uma das que mais exigem critério de quem indica.
Quando o objetivo é restaurar função musculoesquelética, recuperar tecido, modular inflamação ou dar suporte clínico a uma lesão que limita a vida, os ortobiológicos assumiram papel central no tratamento.
A área cresce rápido, e as responsabilidades crescem junto. Por isso construo esse conhecimento sobre fundamentação adequada e robustez de método. Busco validação do que já existe antes de levar qualquer coisa para o consultório.
Autorizado como procedimento auxiliar ao tratamento de quatro condições osteomusculares específicas.
Cinco passos vêm antes da aplicação. Sem eles, a indicação não se sustenta.
Diagnóstico médico
Avaliação clínica individualizada
Correlação com exames complementares
Exclusão de contraindicações
Definição dos objetivos terapêuticos
Senti, sinto e vejo na pele o que a Medicina estuda. Essa vivência é o que sustenta a forma como eu escuto cada corpo que chega ao consultório.
Sou médica dedicada ao aprimoramento do suporte clínico a atletas e à performance física, com raciocínio, fisiologia e ciência aplicada.
Atendo muito além do alto rendimento. Pessoas com hipertensão, asma, colesterol alto, diabetes, no climatério ou com histórico familiar relevante também encontram aqui um cuidado que respeita o corpo em movimento.
Do treino que rende ao retorno depois da lesão. Ninguém precisa parar, precisa do devido cuidado.
acompanhamento clínico de quem treina, compete e vive em movimento.
ajusto a carga para você render sem cobrar do corpo o que ele não tem.
cuido das lesões que tiram você do jogo, com um plano claro de volta.
antecipo o que pode virar problema antes que ele apareça.